sobre mim

Aprendizado diário do que é a realidade de quem sofre com os problemas capilares.

Olá, meu nome é Ademir C Leite Júnior.
Sou médico de formação mas também trabalho com outros projetos que envolvem educação e desenvolvimento de produtos. Também sou escritor e realizo pesquisas nas áreas de atuação em que meus projetos se desenvolvem.

Escolhi a área capilar como foco de minha carreira, e praticamente todos os trabalhos que realizo orbitam o tema cabelos. Minha experiência profissional é de mais de 24 anos, e praticamente todos meus trabalhos nascem na minha mesa de atendimento médico.

Ali é onde vivo de fato a prática clínica e o aprendizado diário do que é a realidade de quem sofre com os problemas capilares.
Também gosto muito de ler, de arte, de música e filosofia. De certa forma também misturo um pouco desses conteúdos em minha prática.

Convido você a seguir a visita neste site para conhecer um pouco mais de meu trabalho.

formação educacional

Trajetória

A causa mais comum é a hereditária (genética) e os homens são os mais afetados. Embora existam várias causas de queda de cabelo, ao redor de 90% do total de perda capilar é causada por uma doença conhecida como Alopecia Androgenética, em que há maior sensibilidade à ação hormonal da di-hidrotestosterona, o que estimula o afinamento dos fios. Após o seu início, em geral, o que ocorre é um quadro lento e progressivo de perda capilar.

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Naturalmente, o cabelo cresce em grupos chamados unidades foliculares. Cada unidade folicular possui de 1 a 4 fios. O transplante folicular é a técnica que proporciona o efeito mais natural e com maior rendimento, porque envolve a coleta de unidades foliculares de uma área doadora (na parte posterior e / ou nos lados da cabeça, conhecida como região occipital), onde o cabelo é geneticamente programado para crescer durante toda a vida, e sua posterior transferência para a área calva sem que ele afine com o tempo. Quando se fala em transplante unidade folicular por unidade folicular, isso se refere à colocação do fios com o máximo de naturalidade um a um, e não utilizando as técnicas antigas (conhecidas como cabelo de boneca). Assim, os fios são colocados na área calva reproduzindo exatamente como eram os fios originais, sendo colocados os fios com características semelhantes aos originais com o máximo de densidade e reproduzindo a angulação prévia para que os fios possam ser penteados da mesma maneira que os originais.

Com a grande evolução da técnica cirúrgica para a restauração capilar ocorrida nos últimos anos, as unidades foliculares são produzidas através do uso de potentes microscópios estereoscópicos, para minimizar qualquer perda de cabelos, sendo que o preparo das unidades foliculares é realizado durante a cirurgia pelas assistentes cirúrgicas especificamente treinadas para essa função. Microscópios são particularmente eficazes para pacientes que têm cabelos grisalhos, uma vez que a ampliação torna muito mais fácil a visualização desses fios durante a dissecção.

Essa resposta depende de quantos fios já foram perdidos, depende da densidade capilar do paciente e da avaliação da sua área doadora. Cada caso é individualmente avaliado, para avaliação das expectativas do paciente, da área a ser preenchida por novos fios e de quantas unidades foliculares o paciente pode doar (avaliação da área doadora). A ideia é sempre colocar o maior número possível de fios por sessão. A maior parte dos pacientes realiza apenas uma sessão. Nos casos mais evoluídos, faz-se a programação para a segunda sessão após 1 ano da realização da primeira sessão.

Dúvidas Frequentes

Questões recorrentes